Cruzar a fronteira entre a Tailândia e o Laos foi muito fácil. Apenas 2 minutos de barco para cruzar o rio Mekong e uma rápida passagem pela imigração. Ficamos apenas uma noite na cidade de Huay Xia e no dia seguinte rumamos para Luang Prabang. Mas desta vez a viagem não foi nada tranquila. A maioria dos turistas que viajam entre essas duas cidades preferem pegar um barco pelo Mekong, num percurso que dura 2 dias. Mas, para economizar tempo e dinheiro, eu e a Stela decidimos fazer o percurso de ônibus. Péssima Escolha.
Tomamos um ônibus VIP, com ar-condicionado. A disposição dos assentos era a mesma dos ônibus leito no Brasil, uma fileira com duas poltronas e uma fileira com uma poltrona. Mas o espaço para as pernas era praticamente inexistente, e sentamos inicialmente no fundo do veículo, embaixo do ar-condicionado que, em menos de uma hora, começou a “vazar” água, basicamente uma cachoeira descendo por todoas os lados. Mas essa não foi a parte mais emocionante da viagem noturna de 14 horas. Durante todo esse tempo aprendemos que a estrada entre Huay Xia e Luang Prabang é na verdade um enorme buraco cercado de asfalto em alguns pontos. Fomos jogados de um lado para o outro e dormir se mostrou uma tarefa quase impossível.
Luang Prabang é uma cidade linda, à beira do Mekong, que já foi acapital do Laos, e que preserva até hoje a influência arquitetônica dos anos de colonização francesa. O centro da cidade é coalhado de casas em estilo francês. Atualmente, na grande maioria dessas casas funcionam hotéis, restaurantes e lojas.
Uma das primeiras curiosidades que notamos ao chegar no país foi a moeda local, o kip. Como 1 dólar equivale a mais de 8.400 kips, e a maior cédula é a de 20 mil kips, sacar dinheiro em um caixa eletrônico significa andar com os bolsos abarrotados de notas. Abaixo vocês verão eu e a Stela segurando o equivalente apouco mais de 100 dólares em moeda local.
Fizemos um passeio de barco pela região, e visitamos lugares como a Whiskey Village, pequeno vilarejo que produz Uísque de arroz, em várias versões, algumas mais doces e outras fortes como a cachaça brasileira. Depois visitamos a caverna de Pak Ou, que é usada pelos habitantes locais como local de orações e que reúne mais de 4 mil imagens de Buda. De lá fomos até uma cachoeira para relaxar e fugir do calor. Mas nossos dias têm sido dedicados ao ócio, andando pelas ruas de Luang Prabang e comendo em pequenos restaurantes e na beira do Mekong. Nossa próxima parada será em Vang Vieng.































































































































































































































