Publicado por: Flávio Simonetti | 24 março, 2010

Filipinas

Depois de saie de MElaka, fui para uma outra ilha na Malásia chamada Pulau Tioman, e fiquei por lá uns 10 dias sem fazer praticamente nada, lendo, dormindo na praia. Mergulhei uma vez e relaxei.

Agora estou em Manila e a mudança foi bastante radical. Saí da tranquilidade malais para o caos da capital das Filipinas, uma cidade de 11 milhões de habitantes, com trânsito e poluição que me lembraram São Paulo. Mas a pobreza na cidade é muito pior. Estou numa hospedaria no bairro de Ermita, relativamente de classe média, e a quantidade de pessoas morando nas ruas é enorme. E digo morando mesmo, pois famílias inteiras ocupam as calçadas e montam suas camas improvisadas. Mesmo para alguém que está acostumado com a pobreza no Brasil, a situação aqui é triste e chocante.

Nos dias em que estou na cidade visitei apenas o Parque Rizal, batizado em homenagem a José Rizal, martir da resistência filipina ao domínio espanhol, executado em 1896.

Também visitei o bairro de Intramuros, a antiga cidade murada construída por espanhóis e que sobreviveu a seculos de guerras e batalhas mas que foi quase totalmente destruída por bombardeiros americanos em 1945. Apenas a igreja de Sâo Agostinho sobreviveu ao ataque. Atualmente a igreja também abriga um museu de arte sacra bastante interessante.

Ainda não provei a culinária filipina. Mas li algumas coisas sobre uma das iguarias locais, algo que eu não experimentaria nem se fosse para salvar a vida de um filho. O nome do petisco é balut, um ovo de pato cozido e fecundado…é isso mesmo. Você compra um ovinho, tira a casca e lá dentro encontra um feto de pato, completo com bico, ossos e penas…hmmmmm!!! Para vocês terem uma idéia da coisa, segue abaixo uma linda foto:

Porque, meu Deus, porque alguém comeria isso?!?!?!?

Amanhã embarco em um avião para a ilha de Boracay, um paraíso de águas cor turquesa e areia branca, e com excelentes condições para mergulho.

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Responses

  1. Então tirou férias do seu sabático né? Faz bem também. Quanto viajo eu chamo de “dias de leitura”.

    Bjs

  2. Boa Flavião. Ovo de pato… (não entenda errado).

    seguindo de novo. atualiza aí. ja cadastrei o novo email.

    forte abraço, baiano.

  3. “algo que eu não experimentaria nem se fosse para salvar a vida de um filho”, foi uma das coisas mais engraçadas que eu já ouvi! hahahahah
    Beijos e parabéns pelo post e pelas fotos! Adoro o Próxima parada!


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