
Domo da Rocha
Jerusalem é realmente o centro do mundo, uma cidade que atrai as mais variadas personalidades: turistas em busca de atrações, peregrinos religiosos, voluntários em direção à palestina, malucos religiosos, mochileiros…todos misturados aos moradores do local. São judeus (ortodoxos e seculares), cristãos das mais variadas denominações, muçulmanos, ateus, todos convergindo para a Cidade Velha, que lembra bastante as diversas medinas que eu conheci no Marrocos e na Tunísia, mas mais organizada, limpa e com uma diversidade maior de pessoas.

Torre de David
Durante a semana que fiquei por lá, visitei alguns dos mais famosos locais do planeta. Para começar, fui à Tore de David, fortaleza que domina o Portão de Jaffa, principal entrada da Cidade Velha. O local é um grande museu que conta a história da cidade desde os tempos pré-históricos até os dias de hoje por meio de montagens, dioramas, videos e apresentações multimídia. Uma das principais atrações do museu é uma enorme maquete de Jerusalem nos tempos bíblicos. Construída no século 19 por um judeu de origem belga para uma grande feira internacional que seria realizada em Genebra, a maquete ficou desaparecida durante cerca de 100 anos e foi redescoberta somente no final dos anos 1980, restaurada e emprestada para a prefeitura de Jerusalem.
Esse foi só o aperitivo. No dia seguinte fui conhecer a Basílica do Santo Sepulcro, onde segundo a tradição cristã Jesus Cristo teria sido crucificado e, após sua morte, enterrado e de onde também teria resussitado. A enorme igreja foi destruída e recosntruída durante os séculos, e possui um clima sombrio e meio pesado, com pessoas chorando e sofrendo.
Mas a basílica possui também uma história sensacional. Três denominações católicas são as responsáveis pelo templo: católicos romanos, ortodoxos gregos e Ortodoxos. Além disso, ortodoxos sirios e etíopes e coptas gregos também possuem alguma jurisdição sobre certas áreas da igreja. Mas, e aí vem a parte realmente interessante, nenhuma dessas facções religiosas tem o controle sobre a entrada da Igreja. No século 12, o sultão Saladino entregu a posse das chaves da basílica e o controle sobre o portão de entrada a duas famílias muçulmanas locais – Os Joudeh são os responsáveis pelas chaves e os Nusseibeh pelo portão. E, desde então, todas as manhãs um membro da família Joudeh traz as chaves da basílica para que um membro da família Nuseibeh possa destrancar o portão. A cena se repete todas as noites, quando a igreja é trancada. Só em Jerusalem…

Muro das Lamentações
Depois foi a vez de conhecer o Muro das Lamentações, local que é considerado o mais sagrado para os judeus. O muro, provavelmente uma das construções mais fotografadas do planeta, é a única parte restou do Segundo Templo, destruído pelos romanos. Lá, durante o Shabbat, milhares de judeusa se reunem para rezar, cantar e dançar. O lugar também é bastante popular como ponto de celebração de bar mitzvas.
Ainda no mesmo dia, conheci o Domo da Rocha (outra construção que deve figurar entre as mais fotografadas do mundo), um dos mais sagrados locais da fé muçulmana, e que fica localizado no local exato do Segundo Templo. No interior do templo está localizada uma rocha que acredita-se foi o local que Maomé teria subido aos céus para se juntar a Alá. O edifício é extraordinariamente bonito, mas infelizmente, após a segunta intifada, o acesso de não-muçulmanos ao seu interior foi proibido. Uma das principais características do edifício é seu domo dourado, que foi originalmente feito de ouro, mas que ha anos foi substituído por alumínio.

Jardim de Getsêmani
Nos dias seguintes rodei pela cidade e conheci diversos pontos: a sala onde a última ceia teria sido realizada, o túmulo de Oskar Schindler e o Monte das Oliveiras. Lá visitei a Gruta de Getsêmani, onde Jesus teria sido traído por Judas, e o Jardim de Getsêmani, onde ele teria sido preso pelos romanos. Lá também visitei o túmulo de Maria, outra igreja controlada por várias denominações diferentes (mas até onde eu sei, sem zeladores muçulmanos). Decidi então subir o monte, para conhecer a Igreja da Ascenção, onde Cristo teria subidos aos céus. Após meia hora, cheguei à porta da Igreja, só para descobrir que ela já estava fechada. Mas do alto do monte pude ter uma visão espetcular da Cidade Velha.
Na volta, acabei encontrando acidentalmente a igreja de Santa Ana, mãe de Maria, e local em que acredita-se que ela (Maria) teria nascido. A igreja é um exemplar espetacular da arquitetura do tempo das Cruzadas. Doada aos franceses, ela foi restaurada de forma magnífica e possui uma acústica perfeita. Aos visitantes é permitido cantar no interior da igreja, mas somente músicas religiosas.

Entrada para a Gruta da Natividade
No dia seguinte, decidi ir visitar o território ocupado da Cisjordânia. Minha parada foi Belém, para conhecer a Igreja da Natividade, local de nascimento de Cristo. Em 2002, o exército israelense invadiu a cidade para tentar capturar um grupo de militantes palestinos, que então se refugiaram dentro da igreja. Durante 39 dias, o exército cercou a igreja e após negociações, os militantes se entregaram e foram então extraditados para a Europa e para a Faixa de Gaza. Oito palestinos foram mortos, e o exército de Israel causou danos estimados em cerca de US$ 1,4 milhão, além de terem destruído o palácio presidencial de Yasser Arafat.
Em seguida fui para Hebron, cidade que abriga um dos locais mais sagrados para Cristãos, Muçulmanos e Judeus, a Caverna dos Patriarcas, onde acredita-se (ou acreditou-se) estarem enterrados quatro casais bíblicos: Adão e Eva, Abrão e Sara, Isac e Rebeca e Jacó e Lea. Cheguei no centro de Hebron e desci do ônibus em uma rua movimentada, cheia de lojas, escritórios e restaurantes. Para chegar até o templo, fui a pé em direção da parte mais ao sul da cidade e após alguns minutos, entrei na parte vleha, muito parecida com as diversas medinas que eu visitei no Marrocos e na Tunísia e também com a Cidade Velha em Jerusaslém. A não ser por uma grande diferença: ao contrário do centro da cidade, na parte velha 99% do comércio estava fechado e as vielas praticamente desertas, o que me pareceu muito estranho, já que normalmente os velhos souks (mercados) são a parte mais cheia de vida nas cidades árabes.
Caminhando pelas ruelas (e sem saber se estava indo na direção correta) acabei conhecendo o dono de uma das poucas lojas abertas. Ele me explicou que as ruas e lojas eram propriedade dos palestinos que vivem na cidade. Mas na parte superior existe um assentamento israelense. Ele então me pediu para olhar para cima, e o que eu vi foi uma tela de arame cobrindo o estreito vão que separava as lojas do souq. Essa tela foi colocada lá pois os assentados, para prejudicar a vida dos comerciantes palestinos, costumavam jogar lixo nas ruas.

O muro da vergonha
Após a colocação da tela, a estratégia mudou, e sacos cheios de urina e fezes começcaram a voar das janelas das casas do assentamento o que, por fim, acabou por expulsar a grande maioria dos comerciantes. Atualmente, apenas as lojas localizadas nas partes mais fechadas das vielas continuam abertas, desafiando a arrogância dos assentados, que são protegidos pelo exército israelense, mas que não movem uma palha pelos palestinos. A chegada ao templo também é tensa. Passei por três bareiras do exército e em todas tive de cruzar por detectores de metal e em todas soldados inpecionaram o conteúdo da minha mochila e da minha pochete. Após a curta visita à Cisjordânia, voltei para Jerusalem com uma sensação desagradável e no caminho ainda pude ver o enorme muro que Israel está construindo na fronteira com a palestina.
No meu último dia em Jerusalem, fui visitar o Yad Vashem, o enorme memorial erguido em homenagem às vítimas do holocausto durante a Segunda Guerra. Imponente, moderno, belo e cheio de história, o local significou para mim, principalmente depois de visitar Hebron, uma lembrança de que o passado está sempre nos assombrando no presente.
Depois de Jerusalem fui para Tel Aviv, e fiquei alguns dias na casa de uma israelense chamada Irit. A cidade gora em torno da praia, e meus dias foram dedicados à mais absoluta vagabundagem. Amanhã volto para Jerusalem, mas vou direto para a Jordânia.

Torre de David

Na Igreja do Santo Sepulcro, este é o local em que acredita-se que Cristo teria sido crucificado

Detalhe da Igreja do Santo Sepulcro

Cripta do Santo Sepulcro

Domo da Rocha

Detalhe do Domo da Rocha

A Sala da Última Ceia

Túmulo de Oskar Schindler

Monte das Oliveiras

Igreja de Santa Anna

Cidade Velha, Jerusalem

Igreja da Natividade, Belém

Gruta da Natividade - A estrela de prata marca o local exato do nascimento de Cristo

Arafat nas ruas de Belém

Ruas desertas em Hebron - No prédio ao fundo, os dois andares superiores fazem parte do assentamento israelense

Souq em Hebron - Na parte superior da foto, a tela instalada pelos comerciantes palestinos para evitar que o lixo jogado pelos assentados atingisse a rua

Café da Liberdade, Hebron

Barreira militar

Em primeiro plano, a segunda barreira militar. Ao fundo, a Mesquita que abriga a Gruta dos Patriarcas. O complexo também abriga uma sinagoga

Túmulo dos Patriarcas

Assentamento israelense na Palestina

Museu do Holocausto

A Lista de Schindler original

Vagão original utilizado para transportar judeus até os campos de concentração de Dachau e Auschwitz-Birkenau
peregrinos religiosos, voluntários em direção à palestina, malucos religiosos, mochileiros…todos misturados aos moradores
do local. São judeus (ortodoxos e seculares), cristãos das mais variadas denominações, muçulmanos, ateus, todos convergindo
para a Cidade Velha, que lembra bastante as diversas medinas que eu conheci no Marrocos e na Tunísia, mas mais organizada,
limpa e com uma diversidade maior de pessoas.
Durante a semana que fiquei por lá, visitei alguns dos mais famosos locais do planeta. Para começar, fui à Tore de David,
fortaleza que domina o POrtão de Jaffa, principal entrada da Cidade Velha. O local é um grande museu que conta a história da
cidade desde os tempos pré-históricos até os dias de hoje por meio de montagens, dioramas, videos e apresentações multimídia.
Uma das principais atrações do museu é uma enorme maquete de Jerusalem nos tempos bíblicos. Construída no século 19 por um
judeu de origem belga para uma grande feira internacional que seria realizada em Genebra, a maquete ficou desaparecida
durante cerca de 100 anos e foi redescoberta somente no final dos anos 1980, restaurada e emprestada para a prefeitura de
Jerusalem.
Esse foi só o aperitivo. No dia seguinte fui conhecer a Basílica do Santo Sepulcro, onde segundo a tradição cristã Jesus
Cristo teria sido crucificado e, após sua morte, enterrado e de onde também teria resussitado. A enorme igreja foi destruída
e recosntruída durante os séculos, e possui um clima sombrio e meio pesado, com pessoas chorando e sofrendo.
Mas a basílica possui também uma história sensacional. Três denominações católicas são as responsáveis pelo templo: católicos
romanos, ortodoxos gregos e XXXX. Além disso, ortodoxos sirios e coptas gregos também possuem alguma jurisdição sobre certas
áreas da igreja. Mas, e aí vem a parte realmente interessante, nenhuma dessas facções religiosas tem o controle sobre a
entrada da Igreja. No século 12, o sultão Saladino entregu a posse das chaves da basílica e o controle sobre o portão de
entrada a duas famílias muçulmanas locais – Os XXXXXX são os responsáveis pelas chaves e os YYYYY pelo portão. E, desde
então, todas as manhãs um membro da família XXXX traz as chaves da basílica para que um membro da família YYYY possa
destrancar o portão. A cena se repete todas as noites, quando a igreja é trancada. Só em Jerusalem…
Depois foi a vez de conhecer o Muro das Lamentações, local que é considerado o mais sagrado para os judeus. O muro,
provavelmente uma das construções mais fotografadas do planeta, é a única parte restou do Segundo Templo, destruído pelos
romanos. Lá, durante o Shabbat, milhares de judeusa se reunem para rezar, cantar e dançar. O lugar também é bastante popular
como ponto de celebração de bar mitzvas.
Ainda no mesmo dia, conheci o Domo da Rocha (outra construção que deve figurar entre as mais fotografadas do mundo), um dos
mais sagrados locais da fé muçulmana, e que fica localizado no local exato do Segundo Templo. No interior do templo está
localizada uma rocha que acredita-se foi o local que Maomé teria subido aos céus para se juntar a Alá. O edifício é
extraordinariamente bonito, mas infelizmente, após a segunta intifada, o acesso de não-muçulmanos ao seu interior foi
proibido. Uma das principais características do edifício é seu domo dourado, que foi originalmente feito de ouro, mas que ha
anos foi substituído por alumínio.
Nos dias seguintes rodei pela cidade e conheci diversos pontos: a sala onde a última ceia teria sido realizada, o túmulo de
Oskar Schindler e o Monte das Oliveiras. Lá visitei a Gruta de Getsêmani, onde Jesus teria sido traído por Judas, e o Jardim
de Getsêmani, onde ele teria sido preso pelos romanos. Lá também visitei o túmulo de Maria, outra igreja controlada por
várias denominações diferentes (mas até onde eu sei, sem zeladores muçulmanos). Decidi então subir o monte, para conhecer a
Igreja da Ascenção, onde Cristo teria subidos aos céus. Após meia hora, cheguei à porta da Igreja, só para descobrir que ela
já estava fechada. Mas do alto do monte pude ter uma visão espetcular da Cidade Velha
.
Na volta, acabei encontrando acidentalmente a igreja de Santa Ana, mãe de Maria, e local em que acredita-se que ela (Maria)
teria nascido. A igreja é um exemplar espetacular da arquitetura do tempo das Cruzadas. Doada aos franceses, ela foi
restaurada de forma magnífica e possui uma acústica perfeita. Aos visitantes é permitido cantar no interior da igreja, mas
somente músicas religiosas.
No dia seguinte, decidi ir visitar o perritório ocupado da Cisjordânia. Minha parada foi Belém, para conhecer a Igreja da
Natividade
, local de nascimento de Cristo. Em 2002, o exército israelense invadiu a cidade para tentar capturar um grupo de
militantes palestinos, que então se refugiaram dentro da igreja. Durante 39 dias, o exército cercou a igreja e após
negociações, os militantes se entregaram e foram então extraditados para a Europa e para a Faixa de Gaza. Oito palestinos
foram mortos, e o exército de Israel causou danos estimados em cerca de US$ 1,4 milhão, além de terem destruído o palácio
presidencial de Yasser Arafat.
Em seguida fui para Hebron, cidade que abriga um dos locais mais sagrados para Cristãos, Muçulmanos e Judeus, a Caverna dos
Patriarcas, onde acredita-se (ou acreditou-se) estarem enterrados quatro casais bíblicos: Adão e Eva, Abrão e Sara, Isac e
Rebeca e Jacó e Lea. Cheguei no centro de Hebron e desci do ônibus em uma rua movimentada, cheia de lojas, escritórios e
restaurantes. Para chegar até o templo, fui a pé em direção da parte mais ao sul da cidade e após alguns minutos, entrei na
parte vleha, muito parecida com as diversas medinas que eu visitei no Marrocos e na Tunísia e também com a Cidade Velha em
Jerusaslém. A não ser por uma grande diferença: ao contrário do centro da cidade, na parte velha 99% do comércio estava
fechado e as vielas praticamente desertas, o que me pareceu muito estranho, já que normalmente os velhos souks (mercados) são
a parte mais cheia de vida nas cidades árabes.
Caminhando pelas ruelas (e sem saber se estava indo na direção correta) acabei conhecendo o dono de uma das poucas lojas
abertas. Ele me explicou que as ruas e lojas eram propriedade dos palestinos que vivem na cidade. Mas na parte superior
existe um assentamento israelense. Ele então me pediu para olhar para cima, e o que eu vi foi uma tela de arame cobrindo o
estreito vão que separava as lojas do souq. Essa tela foi colocada lá pois os assentados, para prejudicar a vida dos
comerciantes palestinos, costumavam jogar lixo nas ruas.
Após a colocação da tela, a estratégia mudou, e sacos cheios de urina e fezes começcaram a voar das janelas das casas do
assentamento o que, por fim, acabou por expulsar a grande maioria dos comerciantes. Atualmente, apenas as lojas localizadas
nas partes mais fechadas das vielas continuam abertas, desafiando a arrogância dos assentados, que são protegidos pelo
exército israelense
, mas que não movem uma palha pelos palestinos. A chegada ao templo também é tensa. Passei por três
bareiras do exército e em todas tive de cruzar por detectores de metal e em todas soldados inpecionaram o conteúdo da minha
mochila e da minha pochete. Após a curta visita à Cisjordânia, voltei para Jerusalem com uma sensação desagradável e no
caminho ainda pude ver o enorme muro que Israel está construindo na fornteira com a palestina.
No meu último dia em Jerusalem, fui visitar o Yad Vashem, o enorme memorial erguido em homenagem às vítimas do holocausto
durante a Segunda Guerra. Imponente, moderno, belo e cheio de história, o local significou para mim, principalmente depois de
visitar Hebron, uma lembrança de que o passado está sempre nos assombrando no presente.
Depois de Jerusalem fui para Tel Aviv, e fiquei alguns dias na casa de uma israelense chamada Irit. A cidade gora em torno da
praia, e meus dias foram dedicados à mais absoluta vagabundagem. Amanhã volto para Jerusalem, mas vou direto para a Jordânia.
Museu do Holocausto e Muro da Vergonha. Pimenta nos olhos dos outros é refresco! Certo, o grande culpado é a política do Estado de Israel. Mas os judeus também não são nada bonzinhos… E o resto do mundo não está nem aí e os palestinos que se danem.
Por: Maria Cecília em 11 Julho, 2009
às 3:07 pm
Sensacional!!!!!! Lugar embotado de história, de conflitos. Pior de tudo é constatar que essa história e os conflitos não tem um final feliz nos próximos anos. Seguimos na luta por um mundo mais melhor de bão né?
Por: Renato em 13 Julho, 2009
às 8:32 pm
Caraaaaamba Flavião, que fotos incríveis!!! Vou abrir de novo quando estiver em casa pra ler os textos.
Por: Julia Bock em 13 Julho, 2009
às 8:41 pm
Fla, ontem eu e o Leo lembramos muito de vc.
Rimos pra caramba lembrando do seu humor, das sua histórias, do seu sarcasmo.
A saudade é grande!
Liga pra mim…
besos
Por: Ma em 13 Julho, 2009
às 9:27 pm
Diga aí Flávio, hoje mostrei sua foto no penhasco pra Júlia e ela apontou e sorriu pra você.
Legal né!
Por: Rogério em 14 Julho, 2009
às 9:24 pm
Flavio… looks like a such an interesting place. Shame I can’t read all your stories!
Amy x
Por: Amy em 17 Julho, 2009
às 8:25 am
nussa esse filme a lista de schindler e excelente adorei amo histoiria e isso contou para que eu decobrise o valor desse filme na minha vida !!!
Por: priscilla ferraz em 17 Setembro, 2009
às 9:06 pm