Publicado por: Flávio Simonetti | 11 Julho, 2009

Israel

Domo da Rocha

Domo da Rocha

Jerusalem é realmente o centro do mundo, uma cidade que atrai as mais variadas personalidades: turistas em busca de atrações, peregrinos religiosos, voluntários em direção à palestina, malucos religiosos, mochileiros…todos misturados aos moradores do local. São judeus (ortodoxos e seculares), cristãos das mais variadas denominações, muçulmanos, ateus, todos convergindo para a Cidade Velha, que lembra bastante as diversas medinas que eu conheci no Marrocos e na Tunísia, mas mais organizada, limpa e com uma diversidade maior de pessoas.

Torre de David

Torre de David

Durante a semana que fiquei por lá, visitei alguns dos mais famosos locais do planeta. Para começar, fui à Tore de David, fortaleza que domina o Portão de Jaffa, principal entrada da Cidade Velha. O local é um grande museu que conta a história da cidade desde os tempos pré-históricos até os dias de hoje por meio de montagens, dioramas, videos e apresentações multimídia. Uma das principais atrações do museu é uma enorme maquete de Jerusalem nos tempos bíblicos. Construída no século 19 por um judeu de origem belga para uma grande feira internacional que seria realizada em Genebra, a maquete ficou desaparecida durante cerca de 100 anos e foi redescoberta somente no final dos anos 1980, restaurada e emprestada para a prefeitura de Jerusalem.

Esse foi só o aperitivo. No dia seguinte fui conhecer a Basílica do Santo Sepulcro, onde segundo a tradição cristã Jesus Cristo teria sido crucificado e, após sua morte, enterrado e de onde também teria resussitado. A enorme igreja foi destruída e recosntruída durante os séculos, e possui um clima sombrio e meio pesado, com pessoas chorando e sofrendo.

Mas a basílica possui também uma história sensacional. Três denominações católicas são as responsáveis pelo templo: católicos romanos, ortodoxos gregos e Ortodoxos. Além disso, ortodoxos sirios e etíopes e coptas gregos também possuem alguma jurisdição sobre certas áreas da igreja. Mas, e aí vem a parte realmente interessante, nenhuma dessas facções religiosas tem o controle sobre a entrada da Igreja. No século 12, o sultão Saladino entregu a posse das chaves da basílica e o controle sobre o portão de entrada a duas famílias muçulmanas locais – Os Joudeh são os responsáveis pelas chaves e os Nusseibeh pelo portão. E, desde então, todas as manhãs um membro da família Joudeh traz as chaves da basílica para que um membro da família Nuseibeh possa destrancar o portão. A cena se repete todas as noites, quando a igreja é trancada. Só em Jerusalem…

Muro das Lamentações

Muro das Lamentações

Depois foi a vez de conhecer o Muro das Lamentações, local que é considerado o mais sagrado para os judeus. O muro, provavelmente uma das construções mais fotografadas do planeta, é a única parte restou do Segundo Templo, destruído pelos romanos. Lá, durante o Shabbat, milhares de judeusa se reunem para rezar, cantar e dançar. O lugar também é bastante popular como ponto de celebração de bar mitzvas.

Ainda no mesmo dia, conheci o Domo da Rocha (outra construção que deve figurar entre as mais fotografadas do mundo), um dos mais sagrados locais da fé muçulmana, e que fica localizado no local exato do Segundo Templo. No interior do templo está localizada uma rocha que acredita-se foi o local que Maomé teria subido aos céus para se juntar a Alá. O edifício é extraordinariamente bonito, mas infelizmente, após a segunta intifada, o acesso de não-muçulmanos ao seu interior foi proibido. Uma das principais características do edifício é seu domo dourado, que foi originalmente feito de ouro, mas que ha anos foi substituído por alumínio.

Jardim de Getsêmani

Jardim de Getsêmani

Nos dias seguintes rodei pela cidade e conheci diversos pontos: a sala onde a última ceia teria sido realizada, o túmulo de Oskar Schindler e o Monte das Oliveiras. Lá visitei a Gruta de Getsêmani, onde Jesus teria sido traído por Judas, e o Jardim de Getsêmani, onde ele teria sido preso pelos romanos. Lá também visitei o túmulo de Maria, outra igreja controlada por várias denominações diferentes (mas até onde eu sei, sem zeladores muçulmanos). Decidi então subir o monte, para conhecer a Igreja da Ascenção, onde Cristo teria subidos aos céus. Após meia hora, cheguei à porta da Igreja, só para descobrir que ela já estava fechada. Mas do alto do monte pude ter uma visão espetcular da Cidade Velha.

Na volta, acabei encontrando acidentalmente a igreja de Santa Ana, mãe de Maria, e local em que acredita-se que ela (Maria) teria nascido. A igreja é um exemplar espetacular da arquitetura do tempo das Cruzadas. Doada aos franceses, ela foi restaurada de forma magnífica e possui uma acústica perfeita. Aos visitantes é permitido cantar no interior da igreja, mas somente músicas religiosas.

Entrada para a Gruta da Natividade

Entrada para a Gruta da Natividade

No dia seguinte, decidi ir visitar o território ocupado da Cisjordânia. Minha parada foi Belém, para conhecer a Igreja da Natividade, local de nascimento de Cristo. Em 2002, o exército israelense invadiu a cidade para tentar capturar um grupo de militantes palestinos, que então se refugiaram dentro da igreja. Durante 39 dias, o exército cercou a igreja e após negociações, os militantes se entregaram e foram então extraditados para a Europa e para a Faixa de Gaza. Oito palestinos foram mortos, e o exército de Israel causou danos estimados em cerca de US$ 1,4 milhão, além de terem destruído o palácio presidencial de Yasser Arafat.

Em seguida fui para Hebron, cidade que abriga um dos locais mais sagrados para Cristãos, Muçulmanos e Judeus, a Caverna dos Patriarcas, onde acredita-se (ou acreditou-se) estarem enterrados quatro casais bíblicos: Adão e Eva, Abrão e Sara, Isac e Rebeca e Jacó e Lea. Cheguei no centro de Hebron e desci do ônibus em uma rua movimentada, cheia de lojas, escritórios e restaurantes. Para chegar até o templo, fui a pé em direção da parte mais ao sul da cidade e após alguns minutos, entrei na parte vleha, muito parecida com as diversas medinas que eu visitei no Marrocos e na Tunísia e também com a Cidade Velha em Jerusaslém. A não ser por uma grande diferença: ao contrário do centro da cidade, na parte velha 99% do comércio estava fechado e as vielas praticamente desertas, o que me pareceu muito estranho, já que normalmente os velhos souks (mercados) são a parte mais cheia de vida nas cidades árabes.

Caminhando pelas ruelas (e sem saber se estava indo na direção correta) acabei conhecendo o dono de uma das poucas lojas abertas. Ele me explicou que as ruas e lojas eram propriedade dos palestinos que vivem na cidade. Mas na parte superior existe um assentamento israelense. Ele então me pediu para olhar para cima, e o que eu vi foi uma tela de arame cobrindo o estreito vão que separava as lojas do souq. Essa tela foi colocada lá pois os assentados, para prejudicar a vida dos comerciantes palestinos, costumavam jogar lixo nas ruas.

O muro da vergonha

O muro da vergonha

Após a colocação da tela, a estratégia mudou, e sacos cheios de urina e fezes começcaram a voar das janelas das casas do assentamento o que, por fim, acabou por expulsar a grande maioria dos comerciantes. Atualmente, apenas as lojas localizadas nas partes mais fechadas das vielas continuam abertas, desafiando a arrogância dos assentados, que são protegidos pelo exército israelense, mas que não movem uma palha pelos palestinos. A chegada ao templo também é tensa. Passei por três bareiras do exército e em todas tive de cruzar por detectores de metal e em todas soldados inpecionaram o conteúdo da minha mochila e da minha pochete. Após a curta visita à Cisjordânia, voltei para Jerusalem com uma sensação desagradável e no caminho ainda pude ver o enorme muro que Israel está construindo na fronteira com a palestina.

No meu último dia em Jerusalem, fui visitar o Yad Vashem, o enorme memorial erguido em homenagem às vítimas do holocausto durante a Segunda Guerra. Imponente, moderno, belo e cheio de história, o local significou para mim, principalmente depois de visitar Hebron, uma lembrança de que o passado está sempre nos assombrando no presente.

Depois de Jerusalem fui para Tel Aviv, e fiquei alguns dias na casa de uma israelense chamada Irit. A cidade gora em torno da praia, e meus dias foram dedicados à mais absoluta vagabundagem. Amanhã volto para Jerusalem, mas vou direto para a Jordânia.

Torre de David

Torre de David

Na Igreja do Santo Sepulcro, este é o local em que acredita-se que Cristo teria sido crucificado

Na Igreja do Santo Sepulcro, este é o local em que acredita-se que Cristo teria sido crucificado

Detalhe da Igreja do Santo Sepulcro

Detalhe da Igreja do Santo Sepulcro

Cripta do Santo Sepulcro

Cripta do Santo Sepulcro

Domo da Rocha

Domo da Rocha

Detalhe do Domo da Rocha

Detalhe do Domo da Rocha

A Sala da Última Ceia

A Sala da Última Ceia

Túmulo de Oskar Schindler

Túmulo de Oskar Schindler

Monte das Oliveiras

Monte das Oliveiras

Igreja de Santa Anna

Igreja de Santa Anna

Cidade Velha, Jerusalem

Cidade Velha, Jerusalem

Igreja da Natividade, Belém

Igreja da Natividade, Belém

Gruta da Natividade - A estrela de prata marca o local exato do nascimento de Cristo

Gruta da Natividade - A estrela de prata marca o local exato do nascimento de Cristo

Arafat nas ruas de Belém

Arafat nas ruas de Belém

Ruas desertas em Hebron - No prédio ao fundo, os dois andares superiores fazem parte do assentamento israelense

Ruas desertas em Hebron - No prédio ao fundo, os dois andares superiores fazem parte do assentamento israelense

Souq em Hebron - Na parte superior da foto, a tela instalada pelos comerciantes palestinos para evitar que o lixo jogado pelos assentados atingisse a rua

Souq em Hebron - Na parte superior da foto, a tela instalada pelos comerciantes palestinos para evitar que o lixo jogado pelos assentados atingisse a rua

Café da Liberdade, Hebron

Café da Liberdade, Hebron

Barreira militar

Barreira militar

Em primeiro plano, a segunda barreira militar. Ao fundo, a Mesquita que abriga a Gruta dos Patriarcas. O complexo também abriga uma sinagoga

Em primeiro plano, a segunda barreira militar. Ao fundo, a Mesquita que abriga a Gruta dos Patriarcas. O complexo também abriga uma sinagoga

Túmulo dos Patriarcas

Túmulo dos Patriarcas

Assentamento israelense na Palestina

Assentamento israelense na Palestina

Museu do Holocausto

Museu do Holocausto

A Lista de Schindler original

A Lista de Schindler original

Vagão original utilizado para transportar judeus para campos de concentração

Vagão original utilizado para transportar judeus até os campos de concentração de Dachau e Auschwitz-Birkenau

erusalem é realmente o centro do mundo, uma cidade que atrai as mais variadas personalidades: turistas em busca de atrações,

peregrinos religiosos, voluntários em direção à palestina, malucos religiosos, mochileiros…todos misturados aos moradores

do local. São judeus (ortodoxos e seculares), cristãos das mais variadas denominações, muçulmanos, ateus, todos convergindo

para a Cidade Velha, que lembra bastante as diversas medinas que eu conheci no Marrocos e na Tunísia, mas mais organizada,

limpa e com uma diversidade maior de pessoas.

Durante a semana que fiquei por lá, visitei alguns dos mais famosos locais do planeta. Para começar, fui à Tore de David,

fortaleza que domina o POrtão de Jaffa, principal entrada da Cidade Velha. O local é um grande museu que conta a história da

cidade desde os tempos pré-históricos até os dias de hoje por meio de montagens, dioramas, videos e apresentações multimídia.

Uma das principais atrações do museu é uma enorme maquete de Jerusalem nos tempos bíblicos. Construída no século 19 por um

judeu de origem belga para uma grande feira internacional que seria realizada em Genebra, a maquete ficou desaparecida

durante cerca de 100 anos e foi redescoberta somente no final dos anos 1980, restaurada e emprestada para a prefeitura de

Jerusalem.

Esse foi só o aperitivo. No dia seguinte fui conhecer a Basílica do Santo Sepulcro, onde segundo a tradição cristã Jesus

Cristo teria sido crucificado e, após sua morte, enterrado e de onde também teria resussitado. A enorme igreja foi destruída

e recosntruída durante os séculos, e possui um clima sombrio e meio pesado, com pessoas chorando e sofrendo.

Mas a basílica possui também uma história sensacional. Três denominações católicas são as responsáveis pelo templo: católicos

romanos, ortodoxos gregos e XXXX. Além disso, ortodoxos sirios e coptas gregos também possuem alguma jurisdição sobre certas

áreas da igreja. Mas, e aí vem a parte realmente interessante, nenhuma dessas facções religiosas tem o controle sobre a

entrada da Igreja. No século 12, o sultão Saladino entregu a posse das chaves da basílica e o controle sobre o portão de

entrada a duas famílias muçulmanas locais – Os XXXXXX são os responsáveis pelas chaves e os YYYYY pelo portão. E, desde

então, todas as manhãs um membro da família XXXX traz as chaves da basílica para que um membro da família YYYY possa

destrancar o portão. A cena se repete todas as noites, quando a igreja é trancada. Só em Jerusalem…

Depois foi a vez de conhecer o Muro das Lamentações, local que é considerado o mais sagrado para os judeus. O muro,

provavelmente uma das construções mais fotografadas do planeta, é a única parte restou do Segundo Templo, destruído pelos

romanos. Lá, durante o Shabbat, milhares de judeusa se reunem para rezar, cantar e dançar. O lugar também é bastante popular

como ponto de celebração de bar mitzvas.

Ainda no mesmo dia, conheci o Domo da Rocha (outra construção que deve figurar entre as mais fotografadas do mundo), um dos

mais sagrados locais da fé muçulmana, e que fica localizado no local exato do Segundo Templo. No interior do templo está

localizada uma rocha que acredita-se foi o local que Maomé teria subido aos céus para se juntar a Alá. O edifício é

extraordinariamente bonito, mas infelizmente, após a segunta intifada, o acesso de não-muçulmanos ao seu interior foi

proibido. Uma das principais características do edifício é seu domo dourado, que foi originalmente feito de ouro, mas que ha

anos foi substituído por alumínio.

Nos dias seguintes rodei pela cidade e conheci diversos pontos: a sala onde a última ceia teria sido realizada, o túmulo de

Oskar Schindler e o Monte das Oliveiras. Lá visitei a Gruta de Getsêmani, onde Jesus teria sido traído por Judas, e o Jardim

de Getsêmani, onde ele teria sido preso pelos romanos. Lá também visitei o túmulo de Maria, outra igreja controlada por

várias denominações diferentes (mas até onde eu sei, sem zeladores muçulmanos). Decidi então subir o monte, para conhecer a

Igreja da Ascenção, onde Cristo teria subidos aos céus. Após meia hora, cheguei à porta da Igreja, só para descobrir que ela

já estava fechada. Mas do alto do monte pude ter uma visão espetcular da Cidade Velha
.

Na volta, acabei encontrando acidentalmente a igreja de Santa Ana, mãe de Maria, e local em que acredita-se que ela (Maria)

teria nascido. A igreja é um exemplar espetacular da arquitetura do tempo das Cruzadas. Doada aos franceses, ela foi
restaurada de forma magnífica e possui uma acústica perfeita. Aos visitantes é permitido cantar no interior da igreja, mas

somente músicas religiosas.

No dia seguinte, decidi ir visitar o perritório ocupado da Cisjordânia. Minha parada foi Belém, para conhecer a Igreja da

Natividade
, local de nascimento de Cristo. Em 2002, o exército israelense invadiu a cidade para tentar capturar um grupo de

militantes palestinos, que então se refugiaram dentro da igreja. Durante 39 dias, o exército cercou a igreja e após

negociações, os militantes se entregaram e foram então extraditados para a Europa e para a Faixa de Gaza. Oito palestinos

foram mortos, e o exército de Israel causou danos estimados em cerca de US$ 1,4 milhão, além de terem destruído o palácio

presidencial de Yasser Arafat.

Em seguida fui para Hebron, cidade que abriga um dos locais mais sagrados para Cristãos, Muçulmanos e Judeus, a Caverna dos

Patriarcas, onde acredita-se (ou acreditou-se) estarem enterrados quatro casais bíblicos: Adão e Eva, Abrão e Sara, Isac e

Rebeca e Jacó e Lea. Cheguei no centro de Hebron e desci do ônibus em uma rua movimentada, cheia de lojas, escritórios e

restaurantes. Para chegar até o templo, fui a pé em direção da parte mais ao sul da cidade e após alguns minutos, entrei na

parte vleha, muito parecida com as diversas medinas que eu visitei no Marrocos e na Tunísia e também com a Cidade Velha em

Jerusaslém. A não ser por uma grande diferença: ao contrário do centro da cidade, na parte velha 99% do comércio estava

fechado e as vielas praticamente desertas, o que me pareceu muito estranho, já que normalmente os velhos souks (mercados) são

a parte mais cheia de vida nas cidades árabes.

Caminhando pelas ruelas (e sem saber se estava indo na direção correta) acabei conhecendo o dono de uma das poucas lojas

abertas. Ele me explicou que as ruas e lojas eram propriedade dos palestinos que vivem na cidade. Mas na parte superior

existe um assentamento israelense. Ele então me pediu para olhar para cima, e o que eu vi foi uma tela de arame cobrindo o

estreito vão que separava as lojas do souq. Essa tela foi colocada lá pois os assentados, para prejudicar a vida dos

comerciantes palestinos, costumavam jogar lixo nas ruas.

Após a colocação da tela, a estratégia mudou, e sacos cheios de urina e fezes começcaram a voar das janelas das casas do

assentamento o que, por fim, acabou por expulsar a grande maioria dos comerciantes. Atualmente, apenas as lojas localizadas

nas partes mais fechadas das vielas continuam abertas, desafiando a arrogância dos assentados, que são protegidos pelo

exército israelense
, mas que não movem uma palha pelos palestinos. A chegada ao templo também é tensa. Passei por três

bareiras do exército e em todas tive de cruzar por detectores de metal e em todas soldados inpecionaram o conteúdo da minha

mochila e da minha pochete. Após a curta visita à Cisjordânia, voltei para Jerusalem com uma sensação desagradável e no

caminho ainda pude ver o enorme muro que Israel está construindo na fornteira com a palestina.

No meu último dia em Jerusalem, fui visitar o Yad Vashem, o enorme memorial erguido em homenagem às vítimas do holocausto

durante a Segunda Guerra. Imponente, moderno, belo e cheio de história, o local significou para mim, principalmente depois de

visitar Hebron, uma lembrança de que o passado está sempre nos assombrando no presente.

Depois de Jerusalem fui para Tel Aviv, e fiquei alguns dias na casa de uma israelense chamada Irit. A cidade gora em torno da

praia, e meus dias foram dedicados à mais absoluta vagabundagem. Amanhã volto para Jerusalem, mas vou direto para a Jordânia.


Respostas

  1. Museu do Holocausto e Muro da Vergonha. Pimenta nos olhos dos outros é refresco! Certo, o grande culpado é a política do Estado de Israel. Mas os judeus também não são nada bonzinhos… E o resto do mundo não está nem aí e os palestinos que se danem.

  2. Sensacional!!!!!! Lugar embotado de história, de conflitos. Pior de tudo é constatar que essa história e os conflitos não tem um final feliz nos próximos anos. Seguimos na luta por um mundo mais melhor de bão né?

  3. Caraaaaamba Flavião, que fotos incríveis!!! Vou abrir de novo quando estiver em casa pra ler os textos.

  4. Fla, ontem eu e o Leo lembramos muito de vc.
    Rimos pra caramba lembrando do seu humor, das sua histórias, do seu sarcasmo.
    A saudade é grande!
    Liga pra mim…
    besos

  5. Diga aí Flávio, hoje mostrei sua foto no penhasco pra Júlia e ela apontou e sorriu pra você.
    Legal né!

  6. Flavio… looks like a such an interesting place. Shame I can’t read all your stories!

    Amy x

  7. nussa esse filme a lista de schindler e excelente adorei amo histoiria e isso contou para que eu decobrise o valor desse filme na minha vida !!!


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